ENGENHARIA DE SOFTWARE

Para sistemas que não podem parar

Construímos, modernizamos e sustentamos aplicações críticas — da plataforma nova em nuvem ao sistema em VB6 que ainda fecha o faturamento todo mês.

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QUANDO NOS PROCURAM

Os quatro momentos

Raramente alguém liga pedindo “engenharia de software”. Liga por causa de um destes quatro problemas.

Só uma pessoa sabe mexer

O sistema funciona, mas o conhecimento inteiro está na cabeça de alguém — e essa pessoa está prestes a sair, se aposentar ou já saiu.

Toda mudança dá medo

Uma alteração pequena leva semanas, exige testar tudo na mão e ainda assim ninguém dorme tranquilo no dia da subida.

A tecnologia saiu de suporte

A versão não recebe mais correção de segurança, a auditoria começou a apontar e a renovação do contrato virou assunto de diretoria.

O time interno não dá conta

O backlog cresce mais rápido do que a equipe, e contratar e treinar alguém não resolve dentro do prazo que o negócio precisa.

O QUE FAZEMOS

Quatro frentes de engenharia

Cobrem o ciclo inteiro de um sistema corporativo: nascer, evoluir, envelhecer e renascer sem parar de rodar.

01

Desenvolvimento sob medida

Plataformas corporativas, aplicações web e produtos digitais construídos para escalar — e para serem mantidos por outra equipe depois, se for o caso.

02

Modernização de legado

Do encapsulamento por API à reescrita completa, escolhendo o caminho pelo risco que a operação aceita correr — não pelo que é mais divertido de programar.

03

Sustentação e evolução

Correção, adaptação a mudanças de negócio e evolução planejada, com o sistema sob responsabilidade de quem conhece o código e o processo.

04

Arquitetura e qualidade

Revisão de arquitetura, cobertura de testes e práticas de TDD e DDD em código que nunca teve nenhuma das duas coisas.

LEGADO DE VERDADE

O sistema que ninguém quer mais mexer

O mercado fala de “modernização de sistemas legados” sem nunca dizer de quais sistemas está falando. Nós dizemos: VB6, Oracle Forms, Delphi, .NET Framework antigo, PHP sem framework, bases sem documentação e regras de negócio que só existem dentro do código.

Sustentamos esses ambientes enquanto eles são modernizados. Ninguém precisa desligar o que roda o faturamento para começar a sair dele — e nenhuma modernização começa antes de a operação estar coberta.

  • VB6
  • Oracle Forms
  • .NET Framework
  • Delphi
  • PHP legado
  • Oracle PL/SQL
  • SQL Server
  • Bases sem documentação
COMO DECIDIR

Cinco caminhos para modernizar

Todo mundo lista os cinco. Quase ninguém diz quando cada um é a escolha certa — e quando é erro caro. A decisão vem da avaliação técnica, não de preferência de arquitetura.

  1. Rehost

    Mover como está

    Faz sentido quando o problema é o servidor, não o software: hardware no fim da vida, datacenter saindo do ar, custo de infraestrutura alto.

    É erro quando o incômodo real é o código. Mudar de lugar não conserta o que dói.

  2. Replatform

    Mover e ajustar

    Faz sentido para trocar banco, sistema operacional ou versão de runtime, ganhando suporte e segurança sem reescrever a regra de negócio.

    É erro quando a arquitetura não sustenta o volume que vem pela frente — adia o problema por um ou dois anos.

  3. Refactor

    Reescrever por dentro

    Faz sentido quando a regra de negócio é boa e o código é ruim. Melhora estrutura e testes preservando o comportamento que a operação conhece.

    É erro sem cobertura de testes antes de começar: refatorar às cegas é reescrever sem admitir.

  4. Rebuild

    Reescrever do zero

    Faz sentido quando o processo de negócio mudou tanto que o sistema atual atrapalha mais do que ajuda, ou quando a tecnologia não tem saída viável.

    É erro na maioria das vezes em que é escolhido — costuma ser decisão emocional, e é o caminho mais longo e mais caro.

  5. Replace

    Trocar por um produto

    Faz sentido quando o que o sistema faz não é diferencial competitivo e existe produto de mercado que resolve.

    É erro quando a regra específica da sua operação é justamente o que sustenta a margem. Aí a customização do produto custa mais que manter o seu.

Na prática, quase todo projeto combina mais de um caminho — encapsula uma parte por API, refatora outra e substitui a terceira. Leia também quando vale reescrever um sistema legado.

AO REDOR DO ERP

Engenharia que convive com o seu ERP

A maior parte dos nossos clientes roda Sistemas Senior, e boa parte da engenharia corporativa acontece no entorno dele: customizações, sistemas satélites, integrações e automações que o ERP sozinho não cobre.

O cuidado que faz diferença é construir isso sem inviabilizar a atualização de versão. Customização mal ancorada transforma cada upgrade do ERP num projeto novo — e a conta chega alguns anos depois, sempre no pior momento.

Quando o assunto vira indicador em vez de processo, o caminho natural é a nossa consultoria de Business Intelligence: mesma origem de dado, mesmo time.

COMO TRABALHAMOS

Método, não improviso

Previsibilidade e rastreabilidade não vêm de ferramenta, vêm de rito. O nosso combina agilidade na execução com governança na prestação de contas.

Entender antes de codificar

Design Thinking e levantamento de processo no início, para que o software resolva o problema certo — e não apenas o que foi pedido.

Entregas curtas em Scrum

Ciclos com escopo fechado e demonstração ao fim de cada um. O cliente corrige rota a cada duas semanas, não no aceite final.

TDD e DDD onde importa

Testes automatizados e modelagem orientada ao domínio na regra crítica, que é onde o erro custa caro e a manutenção se paga.

Governança pelo PMI

Cronograma, riscos e prestação de contas nos preceitos do PMI, com rastreabilidade de ponta a ponta — o que setores regulados exigem em auditoria.

Nosso time reúne profissionais com certificações em metodologias ágeis e em gestão de projetos, e os times são conduzidos por consultores sênior — a mesma senioridade que sustenta a previsibilidade que ambientes de missão crítica exigem.

STACK

Do legado ao que se constrói hoje

Navegamos com fluidez entre ambientes antigos e stacks modernos. Não é uma lista de currículo: é o que permite sustentar um sistema em VB6 e, ao lado, construir a plataforma que vai substituí-lo.

Backend

  • .NET 6+
  • .NET Framework
  • C#
  • ASP.NET MVC
  • Node.js
  • Python

Frontend

  • Angular
  • React
  • Next.js
  • TypeScript
  • JavaScript

Dados

  • Oracle
  • SQL Server
  • PostgreSQL
  • PL/SQL
  • T-SQL

Infraestrutura

  • Azure
  • AWS
  • Docker
  • Git
  • CI/CD

Legado

  • VB6
  • Oracle Forms
  • Delphi
  • PHP legado
  • Oracle Reports

Integração

  • APIs REST
  • Mensageria
  • Webhooks
  • ETL

Trabalhamos com Microsoft Azure e AWS nos projetos de migração e modernização, escolhendo a nuvem pelo que o cliente já tem e pelo que a operação exige — não por preferência nossa.

SUSTENTAÇÃO

Quem responde pelo sistema depois

Projeto entregue não é sistema resolvido. A sustentação cobre o que vem depois, em três níveis, com catálogo de serviços acordado e rito de governança com relatório periódico.

Corretiva

Incidente, erro e comportamento inesperado. Atendimento por chamado, com prioridade acordada em contrato.

Adaptativa

Mudança de fora para dentro: nova regra fiscal, versão de ERP, integração que mudou de contrato, exigência de auditoria.

Evolutiva

Melhorias planejadas em backlog, priorizadas junto com o cliente dentro das horas mensais contratadas.

CONTRATAÇÃO

Três formas de trabalhar juntos

A escolha depende de quem conduz o produto. Se a visão é sua e falta braço, alocamos. Se a entrega é nossa de ponta a ponta, fechamos escopo.

SQUAD ALOCADO

Time dedicado

Esquadrões e profissionais sênior integrados à sua operação, com rápida adaptação ao seu processo e à sua stack. A gestão do produto continua sua.

PROJETO FECHADO

Escopo e prazo definidos

Para construção ou modernização com objetivo claro. Sai de uma avaliação técnica com escopo, arquitetura e cronograma acordados.

SUSTENTAÇÃO MENSAL

Responsabilidade contínua

Corretiva, adaptativa e evolutiva com horas mensais e governança periódica, para sistemas que precisam de dono depois da entrega.

NOSSA EXPERIÊNCIA

Histórico em ambientes exigentes

Mais de duas décadas de liderança em projetos de missão crítica, em setores que respondem a auditoria: saúde, setor público, financeiro, agronegócio, indústria, logística, varejo e infraestrutura.

+120

Clientes nacionais e multinacionais

+30k

Horas de desenvolvimento de software e engenharia de sistemas

+74k

Horas de consultoria e inteligência de processos

Ver quem confia na RAD
PERGUNTAS FREQUENTES

O que perguntam antes de fechar

Vale reescrever ou modernizar aos poucos?

Na maioria dos casos, aos poucos. A reescrita do zero é o caminho mais longo e mais caro, e costuma ser escolhida por cansaço com o sistema atual, não por análise. Modernizar por partes — encapsulando o que funciona por API e substituindo módulo a módulo — mantém a operação de pé e permite parar no meio se a prioridade mudar. A avaliação técnica existe para responder isso com dado, não com opinião.

Dá para modernizar sem parar a operação?

Sim, e é assim que trabalhamos. O sistema atual segue sustentado enquanto o novo é construído ao lado, com os dois convivendo até a virada de cada parte. Nenhuma modernização começa antes de a sustentação do que está no ar estar coberta.

Vocês assumem sistema que ninguém documentou?

É o cenário mais comum que recebemos. O primeiro trabalho é reconstruir o entendimento: ler o código, mapear as regras que só existem dentro dele, conversar com quem opera e documentar o que for encontrado. Essa documentação fica com você, mesmo que o projeto pare ali.

Ainda dá para manter VB6 e Oracle Forms em 2026?

Dá, e muita empresa séria ainda depende disso. O risco não é o sistema parar de funcionar de um dia para o outro — é a combinação de falta de correção de segurança, escassez de profissionais e dependência de uma única pessoa. Sustentamos esses ambientes com equipe própria e, em paralelo, desenhamos a saída no ritmo que a operação aguenta.

Quanto custa modernizar um sistema legado?

Depende do tamanho do sistema, da qualidade do que existe e do caminho escolhido entre os cinco — e a diferença entre eles é grande. Por isso começamos por uma avaliação técnica: ela transforma a pergunta em escopo, e o escopo em orçamento.

Como funciona a sustentação?

Em três níveis: corretiva para incidentes, adaptativa para mudanças de fora (regra fiscal, versão de ERP, integração alterada) e evolutiva para melhorias planejadas. O catálogo de serviços e as prioridades são acordados em contrato, com relatório periódico de governança.

Vocês trabalham dentro do nosso ERP?

Sim. Boa parte da nossa engenharia acontece no entorno do ERP — customizações, sistemas satélites e integrações — com atenção especial a não inviabilizar a atualização de versão. Temos histórico longo em Sistemas Senior e atuamos também em outros ambientes.

O código fica com quem?

Com você. O código-fonte, a documentação e os artefatos do projeto são do cliente, entregues em repositório sob seu controle. Nenhuma parte da entrega depende de ferramenta proprietária nossa para continuar rodando.

PRIMEIRO PASSO

Avaliação técnica do seu sistema

Analisamos o sistema que está te incomodando — arquitetura, dependências, riscos e o estado real do código — e entregamos um parecer escrito com os caminhos possíveis, o esforço de cada um e a nossa recomendação. Você decide o que fazer com ele, com a gente ou sem.

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