Cada área leva um número diferente
Comercial, financeiro e operação chegam à reunião com três versões do mesmo indicador — e a reunião vira auditoria em vez de decisão.
Conectamos ERP, sistemas internos e planilhas em painéis de Power BI que a diretoria usa — e em que a controladoria confia. Quem constrói a integração é quem constrói o indicador.
Na maioria das empresas que procuram BI, a ferramenta não é o gargalo. O gargalo está antes: na origem do dado, na regra que ninguém escreveu e no processo que depende de uma pessoa só.
Comercial, financeiro e operação chegam à reunião com três versões do mesmo indicador — e a reunião vira auditoria em vez de decisão.
Existe um arquivo que só uma pessoa sabe atualizar. Quando essa pessoa sai de férias, o número atrasa.
Foi construído, foi apresentado e hoje ninguém abre — porque na primeira divergência não houve como provar de onde o número veio.
Toda análise nova depende de alguém extrair, tratar e mandar por e-mail. A informação chega quando a decisão já passou.
Cinco frentes que cobrem o caminho inteiro. Você pode contratar da primeira à última, ou entrar apenas onde a sua operação trava hoje.
01
Mapa das fontes disponíveis, qualidade do que existe e árvore de indicadores por área. Termina com um plano e um orçamento — não com uma proposta genérica.
02
Extração do ERP e dos sistemas satélites, tratamento, regras de negócio aplicadas uma única vez e modelo dimensional que sustenta análise, não só relatório.
03
Do indicador executivo ao painel operacional que a equipe abre todo dia, desenhados junto com quem vai usar e validados contra a fonte antes de subir.
04
Segurança em nível de linha, catálogo de indicadores com dono e definição escrita, e rastreabilidade da origem até o número na tela.
05
Manutenção do ambiente, novas visões conforme o negócio muda e treinamento do time interno para que a dependência de nós seja escolha, não necessidade.

A maior parte dos nossos clientes roda Sistemas Senior, e é ali que a RAD atua há mais de duas décadas. Sabemos onde o dado nasce, qual tabela é confiável e o que muda de uma versão para a outra.
Existem dois caminhos para levar o dado do Senior ao Power BI, e cada um serve a um cenário:
Acesso direto ao banco — consulta na base Oracle ou SQL Server do ERP. Dá controle total sobre o modelo e acesso ao histórico completo. É o caminho natural em ambiente on-premise.
APIs e serviços da plataforma Senior X — caminho oficial, obrigatório em ambiente cloud e o que sobrevive a uma atualização de versão sem quebrar o painel na segunda-feira.
A escolha entre os dois não é preferência, é diagnóstico: depende de onde o ERP está hospedado, do volume de histórico e da sua janela de atualização. Escolher errado custa retrabalho — e é justamente aí que conhecer o ERP vale mais do que conhecer a ferramenta.
Fora do Senior, atendemos os mesmos ambientes que já sustentamos em projetos de integração e modernização.
Nenhuma fase termina em apresentação. Cada uma entrega um artefato que fica com você, mesmo que o projeto pare ali.
Fase 1
2 semanas
Inventário das fontes, avaliação de qualidade e árvore de indicadores por área. Entregável: plano de implantação com escopo, arquitetura e orçamento.
Fase 2
3 a 4 semanas
Pipeline de extração, tratamento e modelo de dados. Entregável: base analítica carregando sozinha, com as regras de negócio documentadas.
Fase 3
~45 dias do início
Primeiro conjunto de painéis em produção, validado contra a fonte junto com as áreas. Entregável: painel publicado e conferido, com os acessos definidos.
Fase 4
Contínuo
Treinamento do time, catálogo de indicadores e rotina de evolução. Entregável: equipe autônoma no dia a dia e um ritual definido para o que vem depois.
Atuamos em saúde, setor público, financeiro e agronegócio, onde painel bonito não passa por auditoria. O que trata dado pessoal nasce com controle, não recebe controle depois.
Segurança em nível de linha: o gerente de uma filial abre o mesmo painel que a diretoria e enxerga apenas o que lhe cabe.
Minimização e mascaramento na camada de tratamento. O que o indicador não precisa, o painel não carrega.
Cada indicador tem definição escrita, dono e caminho documentado até a tabela de origem. Divergência vira conferência, não discussão.
A RAD trata dados pessoais em conformidade com a LGPD (Lei nº 13.709/2018) em todos os projetos. Veja a nossa Política de Privacidade e a seção de Compliance.
Dois modelos, e eles se complementam: o projeto coloca o BI de pé, a sustentação mantém o ambiente vivo depois que o time volta para a rotina.
PROJETO FECHADO
Para a primeira entrega. Sai do diagnóstico com escopo, arquitetura e cronograma acordados — e é assim que o orçamento deixa de ser estimativa.
SUSTENTAÇÃO MENSAL
Monitoramento das cargas, correção quando a origem muda e horas mensais para novas visões, acompanhando o que o negócio passa a precisar.
Precisa de time alocado dentro da sua operação, e não de um projeto? Isso é alocação de profissionais, outra frente da RAD.
O Power BI resolve a grande maioria dos cenários, e a Microsoft é Líder no Quadrante Mágico do Gartner para Analytics e BI há dezenove anos seguidos. O Microsoft Fabric entra quando o volume de dados, o número de fontes ou a necessidade de uma plataforma única justificam o salto — e essa conversa acontece no diagnóstico, não na assinatura do contrato.
Licenciamento é parte do projeto: ajudamos a definir quando a licença Pro basta, quando compensa a Premium por usuário e a partir de que ponto a capacidade Fabric se paga. Você compra o que vai usar.
Não chegamos ao seu BI pela ferramenta. Chegamos pelo sistema que já mantemos, pela integração que já construímos e pela auditoria que já respondemos junto com você.
Clientes nacionais e multinacionais
Horas de consultoria e inteligência de processos
Setores da economia atendidos, do agro à saúde
Depende de quantas fontes precisam ser conectadas, do estado do dado na origem e de quantos painéis entram na primeira entrega — e qualquer número dado antes de olhar isso é chute. O diagnóstico de duas semanas existe exatamente para trocar o “depende” por um orçamento com escopo fechado.
Cerca de 45 dias do início: duas semanas de diagnóstico, três a quatro de fundação da base e a publicação dos primeiros painéis já validados contra a fonte. Ambientes com muitas fontes ou dado sujo na origem esticam a fase de fundação — e isso aparece no diagnóstico, não no meio do projeto.
Não. O diagnóstico, a modelagem e a construção dos primeiros painéis não dependem de licença paga — o Power BI Desktop é gratuito. A licença entra quando você for publicar e compartilhar os painéis com o time, e a escolha dela faz parte do que entregamos.
Power BI resolve a maioria dos casos e é por onde começamos. Fabric entra quando há muitas fontes, volume alto de dados ou a decisão de unificar armazenamento, processamento e governança numa plataforma só. É uma decisão de arquitetura e de custo, e ela se toma com o diagnóstico na mão.
Sim, por dois caminhos: acesso direto ao banco do ERP, que dá controle total do modelo e do histórico, ou as APIs da plataforma Senior X, que é o caminho oficial e o único viável em ambiente cloud. A escolha depende de onde o ERP roda, do volume de histórico e da sua janela de atualização de versão.
É o cenário mais comum. A RAD mantém e moderniza sistemas legados há anos — VB6, Oracle Forms, bases sem documentação — e a mesma equipe que entende esses ambientes constrói a extração. Sistema antigo não impede BI; impede BI feito por quem só conhece a ferramenta.
O tratamento começa antes do painel: minimização do que é carregado, mascaramento onde o indicador não precisa do dado identificado e segurança em nível de linha para que cada pessoa veja apenas o que lhe cabe. Tudo com trilha da origem até o número exibido.
Treinamos. A fase de adoção prevê repasse para o seu time e o catálogo de indicadores documentado, para que a manutenção do dia a dia rode internamente. A sustentação mensal fica disponível como escolha, para quem prefere não alocar gente própria nisso.
PRIMEIRO PASSO
Duas semanas para mapear suas fontes, avaliar o que já existe e desenhar a árvore de indicadores da sua operação. No fim, você recebe um plano com escopo, arquitetura e orçamento — e decide se segue com a gente ou executa internamente.
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